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Liga portuguesa contra o cancro abre delegação em Machico

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O concelho de Machico prepara-se para ter uma delegação da Liga Portuguesa Contra o Cancro (LPCC). Ricardo Sousa, presidente do núcleo regional da Madeira da LPCC, anunciou ao Jornal da Madeira que os preparativos já se iniciaram através de duas reuniões, que tiveram lugar a semana passada, com o presidente do Governo, Alberto João Jardim, e com o secretário regional do Plano e Finanças, Ventura Garcês.
As futuras instalações da Liga em Machico ficarão sediadas na Rua do Ribeirinho, no Edifício Paz (ao lado do Banif), onde anteriormente funcionou um ATL e que são património da Região Autónoma da Madeira, mais concretamente, da Direcção Regional do Património.
Ricardo Sousa disse que o protocolo com o executivo será assinado «a breve trecho» e que as instalações serão cedidas a título gratuito.
As actividades a desenvolver naquela delegação, em que se incluem projectos de sensibilização e prevenção da doença, serão as mesmas que a sede desenvolve no Funchal, de apoio aos doentes oncológicos do concelho, que não terão de se deslocar tão longe, como acontece actualmente.
O núcleo regional da Madeira da LPCC tem cerca de 1.400 sócios, mais de metade dos quais pertencem ao concelho de Machico.
Ricardo Sousa falava à margem da acção de sensibilização “Cuidados Paliativos ao Doente Oncológico”, que teve lugar na Biblioteca Municipal de Machico, no âmbito do “Dia Mundial do Doente”, uma iniciativa do Núcleo Regional da Madeira, da Liga Portuguesa Contra o Cancro.
A oradora convidada foi a médica de família Suzete Freitas, que trabalha nesta área há três anos, fazendo parte de uma equipa que dá apoio ao domicílio e na unidade de internamento de curta duração, do Hospital Dr. João de Almada, que dispõe de oito camas para o efeito.
A médica explicou que os cuidados paliativos incidem sobre doentes com patologia incurável, progressiva e avançada, desde os cancros, às demências, insuficiências de órgãos, cardíaca ou renal e sida. A equipa que é formada por quatro médicos com formação em cuidados paliativos, enfermeiros, psicólogos, nutricionistas e um assistente social, também apoia a família durante a doença e após a morte, no luto.

jornaldamadeira

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